Descubra como motivar os talentos mais jovens da sua empresa

O avanço acelerado das tecnologias teve um forte impacto sobre as novas gerações. Criados em meio a diversos dispositivos e linguagens, os profissionais mais jovens desenvolveram uma alta capacidade de realização de tarefas variadas e de utilização de recursos e ferramentas informatizadas de trabalho.

Estes novos talentos do mercado são conhecidos como Geração Y, e compreendem profissionais nas faixas dos 20 aos 30 anos. No entanto, apesar da velocidade de raciocínio, alta capacidade de aprendizagem e versatilidade destes trabalhadores, no escopo da clássica busca por como motivar funcionários, este grupo pode representar um grande desafio.

E a falta de motivação destes colaboradores pode ter um forte impacto na produtividade dentro do ambiente de trabalho, o que, por fim, implica em prejuízos aos negócios. Por isso, o segredo é mantê-los motivados, para usufruir ao máximo de seu potencial e obter os melhores resultados com sua contratação.

Continue lendo este artigo para saber como motivar os talentos mais jovens da sua empresa!

 

Desafios em como motivar funcionários da nova geração

 

Justamente por terem um grande traquejo com tecnologias e serem habituados a desempenhar diversas tarefas simultaneamente, os jovens talentos requerem um alto nível de desafio. Caso contrário, podem perder-se em atividades que lhes pareçam mais interessantes.

E um retrato disto é o uso do celular no trabalho. Muitas empresas chegam a proibir a presença dos dispositivos móveis nos escritórios ou instalam firewalls e programas para barrar o acesso aos principais sites e redes sociais.

Mas esta não é a chave para solucionar o problema. Diante da monotonia, seus novos talentos encontrarão outras atividades para se distrair. O ideal é reduzir o uso do celular no trabalho pela implementação de ações que motivem a produtividade.

 

Primeiro: dê voz aos seus jovens talentos

 

O primeiro passo de como motivar os funcionários mais jovens é lhes dar voz. Estar atento aos seus anseios e sugestões é uma ótima forma de fomentar sua produtividade. Além disso, por seu perfil mais ousado e dinâmico, conectado às constantes mudanças do mundo, muitas vezes a Geração Y tem valiosos insights para os projetos e operações da sua empresa.

 

Dê propósito

 

As tarefas repetitivas da rotina de trabalho facilmente desmotivam os profissionais mais jovens por parecerem mecânicas e sem sentido. Em pesquisa realizada por Wagner Rodrigues Souza, administrador e especialista em docência pelo SENAC, foi identificado que 79,7% dos profissionais nesta faixa etária consideram-se como idealistas e 69,5% engajam-se em questões sociais.

Por isso, agregar um senso de propósito às atividades desempenhadas pela empresa é um importante fator na motivação dos jovens talentos.

 

Crie desafios adequados

 

Uma resposta eficiente para quem se pergunta como motivar funcionários é sempre estabelecer desafios e recompensas de acordo com a cultura da organização e o cargo de cada profissional. E com os seus novos talentos não é diferente.

Preencher suas rotinas com tarefas estimulantes, que incentivem a pesquisa, o aprendizado e o desenvolvimento de novas habilidades e competências é fundamental. A Geração Y se caracteriza por ser mais corajosa e arrojada, por isso, investir nesta característica é indispensável para manter sua motivação.

Implementando estas dicas simples você vai conseguir manter seus novos talentos motivados, reduzir o uso do celular no trabalho e alavancar a produtividade na sua empresa. Comece agora mesmo!

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Ferramentas para otimizar o RH da sua empresa

O setor de recursos humanos (RH) de uma empresa conta com uma série de responsabilidades e rotinas que garantem a vitalidade do negócio. Contudo, muitos setores do gênero podem encontrar dificuldades em determinadas situações. Para isso, deve-se conhecer ferramentas de RH que otimizem os processos da sua empresa.

Isso não apenas agrega valor a todo negócio, como também facilita e garante excelência às rotinas do setor. Pensando nisso, trazemos um artigo completo abordando algumas dicas de ferramentas de RH para que sua empresa não apenas possa otimizar todos os processos, como se destacar competitivamente.

 

Testes E-NPS com os funcionários

 

O Employee Net Promoter Score, ou E-NPS, é uma das principais ferramentas de RH do futuro. Esta metodologia, simples de aplicar nas empresas independente do setor que atuam, traz indicadores claros sobre como está a satisfação dos colaboradores.

Perguntas como ‘Qual sua avaliação do ambiente de trabalho, de 0 a 10?’ é um exemplo claro desse recurso. O objetivo aqui é identificar problemas e aumentar o ‘rating’ da empresa – isto é, fazer com que o negócio seja bem avaliado pelos próprios colaboradores.

 

Comunicação efetiva

 

Um dos maiores desafios do setor privado é a comunicação interna. Felizmente, há ferramentas que podem ser utilizadas pelo RH da sua empresa. Um exemplo é o Skype, que possibilita o contato direto, por mensagem de texto e vídeo, entre os recursos humanos, funcionários, gestores entre outros.

Contudo, se não houver disponibilidade técnica para o Skype, há outros recursos como o Slack – que possibilita unificar e centralizar todos os processos comunicacionais e rotinas em um só ponto. E, claro, outra ferramenta de RH que pode trazer a comunicação efetiva no negócio (sem nenhum custo) é o próprio aplicativo WhatsApp.

 

Gestão de tarefas

 

Outro ponto importante para o RH da sua empresa é uma ferramenta de gestão de tarefas. Além de direcionar as atividades de cada colaborador – evitando acúmulo de funções, algo proibido por lei – também permite melhor análise e produtividade de toda a equipe.

O RH do futuro pode utilizar (como já é corriqueiro), ferramentas como o Trello: esse é o recurso mais famoso para gerir as tarefas e o trabalho em equipe. O Quire e o Taskboard, para citar duas opções muito utilizadas, também oferecem recursos ímpares. Ao identificar sua necessidade, uma ferramenta do gênero pode contribuir no trabalho do RH.

 

Calculadora de cota para Jovem Aprendiz

 

Obrigatório por lei, a cota para o Jovem Aprendiz deve ser feita com cuidado na sua empresa. E, por que não utilizar de uma ferramenta para fazer esse cálculo? Ela possibilita entender as especificidades para a contratação de jovens profissionais.

Há planilhas e recursos que fazem isso de forma rápida, concisa e simples, dando mais autonomia ao RH da sua empresa. Assim, além de contribuir com a lei, torna os processos do setor mais rápidos e dinâmicos – o que aumenta a satisfação dos jovens aprendizes e de toda a equipe.

Se precisa utilizar uma calculadora de cota para jovem aprendiz, disponibilizamos uma nesse link para facilitar seu trabalho.

 

Outras ferramentas de RH

 

Há, ainda, outras ferramentas que o RH da sua empresa pode adotar para dar ainda mais assertividade às rotinas internas. Folhas de pagamento e relógios-ponto online, por exemplo, facilitam a chegada de informações até o setor.

Para contratação, a Edujob permite a combinação (‘match’), quando o candidato e a empresa combinam, o que traz agilidade e facilidade de encontrar novos talentos.

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Como criar uma vaga para atrair o candidato certo

O momento da contratação de um novo funcionário é extremamente delicado. Afinal, este processo pode ser custoso para a empresa, e ter que repeti-lo após algum tempo, é muito longe do ideal. A chance de um profissional ter sucesso em uma empresa é determinada muito antes de ele entrar, por isso, confira como criar uma vaga para atrair o candidato certo.

Como fazer uma entrevista de emprego?

A entrevista não começa no momento em que o candidato chega à empresa, mas sim, quando ele vê o anúncio da vaga. Primeiramente, ele irá fazer uma entrevista consigo mesmo, para determinar se esta vaga é a ideal para ele. Ninguém gosta de perder tempo, então, se a vaga não for certa, o candidato não irá enviar o currículo.

Um exemplo de descrição de vaga de emprego interessante, é “analista de marketing com foco em performance”. É uma forma bem clara de dizer qual é a expectativa do profissional, e se ele for designer ou redator, já irá saber, de cara, que não tem o perfil ideal para a vaga.

Habilidades técnicas e ajuste cultural

Além disso, qualquer descrição de vaga precisa abordar quatro pontos fundamentais: as soft skills, as habilidades técnicas, o fit cultural e a pretensão de futuro.

As habilidades técnicas são as mais diretas. Um exemplo de descrição de vaga de emprego, pode ser “desenvolvedor front-end sênior em PHP”. Isso deixa muito claro qual é a competência técnica que o candidato precisa ter.

Por outro lado, o fit cultural é o mais difícil de representar, especialmente em uma vaga curta, mas é igualmente, ou mais, importante. O alinhamento com a cultura da empresa é um dos fatores mais determinantes na rotatividade dos funcionários. Por isso, na descrição da empresa, pode haver um parágrafo explicando como é a cultura, como é o ambiente de trabalho.

Um exemplo de vaga de emprego pode trazer a descrição de um ambiente bem leve, descontraído e jovem. Assim, você está se focando em trazer uma parcela mais específica de candidatos.

As soft skills e as pretensões para o futuro

Outro ponto importante a abordar, é a soft skill, que é um contraponto das habilidades técnicas. Programar em PHP é bem direto, ou você sabe, ou não.

Evidentemente, as soft skills são mais difíceis de medir, pois abordam questões como a interação social. É difícil fazer isso no anúncio, mas um exemplo de descrição de vaga de emprego pode trazer pelo menos o básico do que é esperado.

Outro ponto importante, é que haja um acordo da pretensão para o futuro. O conceito de plano de carreira está cada vez menos sendo usado, mas ainda assim, é fundamental dar uma noção para o candidato de como é o futuro dele para a empresa. Certos candidatos gostam de trocar de emprego para explorar novas possibilidades enquanto outros preferem criar raízes para ter mais segurança.

Por isso, não existe um exemplo de descrição de vaga de emprego que seja perfeito. O que o recrutador deve reconhecer, é que é preciso trazer informações sobre como a empresa vê o futuro do funcionário.

O que você achou das dicas? Agora você sabe como fazer uma entrevista de emprego ideal, já atraindo candidatos que mais têm chance de serem o certo.

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6 maneiras de reduzir o turnover em sua empresa

Há muitos índices com os quais uma empresa se preocupa, como quantidade de vendas, receita mensal, quantidade de clientes adquiridos, entre outros. Porém, existe um índice que ainda hoje é negligenciado pelas organizações: o turnover. O monitoramento dele é essencial para que uma empresa se destaque em um mercado competitivo.

Turnover representa a rotatividade de colaboradores, ou seja, o número de funcionários que deixou a organização dentro de um período e que precisou ser substituído. É preciso que não apenas o setor de RH, mas a empresa como um todo fique atenta a essa movimentação de pessoal, já que ela envolve novos gastos com mais processos seletivos e de treinamento.

Além da parte financeira, a rotatividade de colaboradores envolve a perda de experiência, de conexões internas, de clientes, e acaba sobrecarregando os funcionários permanentes com mais trabalho. Por esse motivo, uma empresa deve ficar atenta quando as taxas de turnover estiverem altas. O que pode demonstrar instabilidade nos negócios e prejudicar a imagem da marca.

Turnover apresenta 4 tipos:

  • Voluntário

Ocorre por parte do colaborador, que escolhe quebrar seu vínculo com a organização. Pode ser resultado de uma oferta de trabalho melhor em outra empresa, da falta de plano de carreira, de conflitos internos ou da dificuldade de se comunicar com os superiores.

  • Involuntário

A decisão do desligamento parte da empresa. Pode ocorrer em função da baixa produtividade do colaborador, de conflitos internos ou da dificuldade do empregado em se enquadrar à cultura organizacional da empresa.

  • Funcional

É quando um funcionário insatisfeito com o seu baixo desempenho dentro da empresa decide por conta própria se desligar da mesma.

  • Disfuncional

Quando um colaborador altamente capacitado decide interromper seu vínculo com a empresa, por achar que esta não tem condições financeiras e organizacionais para retê-lo.

6 maneiras de reduzir o turnover em sua empresa

Depois de conhecer os tipos de turnover nas empresas, assim como as causas e consequências de suas altas taxas, é preciso entender como reduzir esse índice. Confira algumas das principais estratégias para diminuir o turnover:

  • Teste de perfil comportamental

É uma importante ferramenta utilizada em processos seletivos para analisar o comportamento do candidato, e assim definir se ele pode ou não ocupar a vaga oferecida. A maneira como o questionário é respondido diz sobre o perfil do profissional.

Durante o teste são avaliados itens como: capacidade de liderança, reação diante da pressão, níveis de estresse e autoestima, desenvoltura, facilidade ou dificuldade para se comunicar, entre outros.

Um ponto importante avaliado no teste é o alinhamento da cultura do candidato com a cultura organizacional da empresa. Caso haja uma divergência entre crenças e valores, dificilmente o candidato conseguirá se enquadrar no ambiente de trabalho. É por meio da harmonia entre essas culturas que ambos, candidato e empresa, conseguem crescer.

  • Big Five

Outra forma de avaliar o comportamento de um candidato é por meio do Big Five (5 grandes fatores). Nos processos seletivos, pode ser usado como teste auxiliar para entender melhor a personalidade de cada candidato e assim aumentar a precisão das contratações.

O Big Five divide a personalidade em cinco dimensões: abertura ao novo, habilidade de interação com pessoas, instabilidade emocional, capacidade de autocontrole e demonstração de empatia.

A partir da análise desses 5 fatores, o Big Five proporciona uma melhor adequação à vaga e mais facilidade na hora de montar uma equipe, o que acarreta em um clima organizacional saudável e também diminui o absenteísmo.

  • Dinâmica de grupo

Uma prática comum em processos de seleção, principalmente os de trainee, as dinâmicas de grupo têm como objetivo avaliar a personalidade do candidato e como ele age diante da pressão. Para isso são realizados jogos e atividades, simulando a rotina do cargo pretendido.

Através das atividades em grupo é possível analisar como o candidato se comporta em equipe, afinal, para muitas empresas, saber trabalhar em grupo é uma qualidade fundamental. Caso o candidato seja tímido, extrovertido ou tenha espírito de liderança, isso ficará evidente pelas suas ações e falas durante a dinâmica.

  • Política de benefícios

Oferecer benefícios corporativos pode auxiliar a empresa a atrair os melhores profissionais, reter talentos e a manter sua equipe motivada. É importante que sua empresa realize pesquisas de mercado para saber o que a concorrência está oferecendo aos colaboradores.

Pelo menos uma vez ao ano é necessário fazer uma revisão dos benefícios e do que precisa ser alterado ou incrementado. Alguns dos benefícios são obrigatórios, como FGTS e férias remuneradas. Enquanto os benefícios não obrigatórios mais cobiçados pelos colaboradores são plano de assistência médica e participação nos lucros.

Algumas empresas têm ido além das compensações mais comuns e passaram a oferecer espaço de lazer, lanches gratuitos e até mesmo folgas no dia do aniversário.

  • Plano de carreira

A criação de planos de carreira mostra ao colaborador sua importância para a empresa e possibilidade de crescimento dentro desta. Essa segurança ajuda a reduzir a saída de bons profissionais, já que estes se sentirão mais valorizados.

Planos de carreira também ajudam funcionários a ter motivação, mais autoconhecimento e foco em seus objetivos dentro da empresa.

  • Jornada de trabalho flexível

Umas das causas do turnover é a exaustão do profissional. Uma forma de a empresa mostrar que está atenta à qualidade de vida do seu colaborador é estabelecer uma jornada justa de trabalho, que equilibre a produtividade do funcionário sem deixar de lado sua saúde física e emocional. Outra opção oferecida pelas organizações é a chance de trabalhar um dia da semana ou mais Home Office.

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