Aprenda O Que É A Cota Aprendiz


Uma pergunta feita muitas vezes em nossa plataforma, é: “O que é a cota aprendiz?”. Então decidimos explicar de forma simples, como você deve calcular e quantos aprendizes a sua empresa deve contratar para estar de acordo com a Lei da Aprendizagem.

Mesmo com toda informação, alguns detalhes podem passar despercebidos. Quando são detalhes legais, incluindo uma operação matemática, dentro de um processo de recrutamento e seleção de jovens, a chance de esquecer algo aumenta. Contratar alguém já é uma tarefa complicada, quando pensamos em jovens que serão contratados apenas pelo seu histórico escolar e soft skills, a dificuldade em distinguir qual jovem é o certo para cada vaga, pode resgatar toda a atenção do recrutador.

Ao descumprir essa regra, contratando menos aprendizes do que a cota determina, a empresa pode ser autuada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, sofrendo as punições que a lei determina. 

 

Cota Aprendiz

 

No geral, a legislação determina em seu artigo 429 da CLT, que toda empresa de grande ou médio porte, devem ter em seu quadro de colaboradores de 5% a 15% sendo aprendizes, garantindo que o programa da aprendizagem, seja uma obrigação entre as empresas, empregando mais jovens, gerando primeiras oportunidades para quem não tem experiências profissionais, contando que sua forma de seleção possui poucos critérios, além de ajudar a preparar jovens para o mercado de trabalho, por ser um modelo totalmente focado na aprendizagem.

Importante lembrar, algumas peculiaridades sobre esta obrigação, usando como base a Instrução Normativa nº 146, de 25 de julho de 2018:

 

  • Art. 2 § 1º Na conformação numérica de aplicação do percentual, ficam obrigados a contratar aprendizes os estabelecimentos que tenham pelo menos sete empregados contratados nas funções que demandam formação profissional, nos termos do art. 10 do Decreto n.º 5.598/05, até o limite máximo de quinze por cento previsto no art. 429 da CLT;
  • Art. 2 § 8° Ficam excluídos da base de cálculo da cota de aprendizes:
    I – as funções que, em virtude de lei, exijam habilitação profissional de nível técnico ou superior;
    II – as funções caracterizadas como cargos de direção, de gerência ou de confiança, nos termos do inciso II do art. 62 e § 2º do art. 224 da CLT;
    III – os trabalhadores contratados sob o regime de trabalho temporário instituído pelo art. 2° da Lei nº 6.019, de 3 de janeiro de 1974;
    IV – os aprendizes já contratados; 
  • Art. 3 Estão legalmente dispensadas do cumprimento da cota de aprendizagem:
    I – as microempresas e as empresas de pequeno porte, optantes ou não pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Simples Nacional;
    II – as entidades sem fins lucrativos que tenham por objetivo a educação profissional na modalidade aprendizagem, inscritas no Cadastro Nacional de Aprendizagem com curso validado.

Como Calcular a Cota Aprendiz?


Existe a forma manual de calcular, mas criamos uma calculadora automática para que você desvende quantos aprendizes necessita de forma mais simples. 

 

Você pode descobrir de forma simples, com a ajuda de nossa calculadora de cota jovem aprendiz neste link.

Usamos como base de cálculo, as funções que demandam formação profissional, mesmo que sejam proibidas para menores de idade, e para facilitar a identificação de tais funções, podemos utilizar uma definição elaborada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, denominada Classificação Brasileira de Ocupações (CBO).

 

Você pode descobrir qual CBO integra ou não a base de cálculo, no site do Ministério do Trabalho.

 

Com as funções em lista, identificadas quais são as funções e CBO dos funcionários, é importante lembrar que se a mesma empresa possuir mais de um estabelecimento, o cálculo deve ser feito por CNPJ. 

 

Por exemplo, se buscarmos o cargo “Auxiliar de Escritório”, cujo o CBO é o 4110-05, encontraremos o seguinte texto:

 

Para o acesso às ocupações dessa família ocupacional requer-se o ensino médio completo, um a dois anos de experiência profissional e para algumas das ocupações, curso básico de qualificação. A(s) ocupação(ões) elencada(s) nesta família ocupacional, demandam formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, exceto os casos previstos no art. 10 do decreto 5. 598/2005. (Redação dada pela Lei nº 10.097, de 2000)

 

Ou seja, esta seria uma função em que seus colaboradores, seriam adicionados na base de cálculo.

Se você deseja fazer o cálculo de forma manual, essa é a formula:

(i) – (ii) = (iii)

(i) Quantidade de colaboradores da empresa;

(ii) Colaboradores que não demandam formação e experiência;

(iii) Base de cálculo.

Ao encontrar a base de cálculo, você poderá definir de 5% a 15% de aprendizes baseados nesse valor.


Penalidades por não cumprir a cota para Jovem Aprendiz 

 

Nos casos de descumprimento, as empresas inadimplentes pode sofrer as penalidades previstas no Art. 434 da CLT:

 

“Os infratores das disposições deste Capítulo ficam sujeitos à multa de valor igual a 1 (um) salário mínimo regional, aplicada tantas vezes quantos forem os menores empregados em desacordo com a lei, não podendo, todavia, a soma das multas exceder a 5 (cinco) vezes o salário-mínimo, salvo no caso de reincidência em que esse total poderá ser elevado ao dobro.” (Redação dada pelo Decreto-lei nº 229, de 28/02/1967)

 

Com todas essas informações, nossa calculadora e os excelentes times de RH que leem nosso blog, dificilmente sua empresa será notificada por não cumprir a cota, evitando as penalidades impostas pelo Ministério do Trabalho e Emprego e focando no que realmente importa: a contratação e a gerência saudável e organizada de jovens talentos. 

 

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O Que Todo Menor Aprendiz Deve Saber

Se ser um bom menor aprendiz, é a sua meta após ser contratado para a vaga, temos algumas dicas que podem ser úteis para seu desenvolvimento.

O programa de aprendizagem do governo, instituído pela Lei 10.097, de 2000, é a única forma legal para jovens menores de 16 anos, ingressarem no mercado de trabalho, sem que seja considerado trabalho infantil (o que é caracterizado crime).

O estado entendeu a necessidade de introduzir, de forma educativa e obrigatória para as empresas, jovens de 14 a 24 anos, sem a necessidade de terem uma experiência prévia, para que seja desenvolvida a mão de obra qualificada, sem abrir mão dos estudos, transformando em profissionais mais preparados para as próximas experiências.

 

Com essa lei, foi decidido que toda empresa de médio e grande porte, deveriam ter em seu quadro de funcionários, de 5% a 15% de aprendizes, tornando esse sistema a “porta de entrada” para jovens no mercado de trabalho.

Por ter uma carga-horária e regras diferentes dos empregos tradicionais, ou até mesmo de um estágio, que seria um modelo de trabalho mais próximo da aprendizagem, os benefícios e remuneração são calculados de forma diferente.

Se você quiser saber mais sobre os benefícios que todo jovem aprendiz tem direito, acesse este link.

O foco desse programa, é a aprendizagem do jovem, por isso, a carga horária é dividida entre trabalho e estudo técnico-profissional, ministrado pela empresa integradora.

 

Dicas essênciais para todo Menor Aprendiz

 

Por ser a primeira experiência de muitos, as dúvidas são naturais e não existe um plano perfeito para ser o melhor aprendiz da empresa, até porque, cada empresa, cargo ou função será diferente para cada pessoa, trazendo novidades, formas diversas de lidar com as tarefas, com colegas de trabalho, rotina e etc… Mas existem coisas, que se você souber antes de ser menor aprendiz, podem te ajudar a ter um primeiro emprego memorável e feliz.


O FOCO DO MENOR APRENDIZ É APRENDER


Como já comentamos no texto, o foco é o aprendizado, então como podemos aprender? Aceitando os desafios, perguntando sempre que tiver dúvidas, colocando a mão na massa, se envolvendo em projetos diversificados, estando aberto a críticas construtivas de seus colegas de equipe e refletindo sobre elas.

Você se demonstrar interessado em aprender, pode ser até um diferencial para uma possível efetivação ao fim do contrato de 2 anos máximos que a lei determina, pois um jovem interessado em aprender e se desenvolver, pode ser o que a empresa necessita para outras posições.

Além disso, se você não teve uma experiência anterior, é muito provável que essa seja a primeira vez que enfrentou responsabilidades como trabalhar em uma equipe, desenvolver tarefas que vão ser avaliadas por um supervisor e a pressão de ser perfeito, ou saber tudo, pode prejudicar o seu desempenho, então entenda que tudo bem não ter todas as respostas, você está ali para aprender o máximo possível e ajudar a empresa nas tarefas que te determinam, entregando o melhor que você pode.

Não se cobre para ser perfeito, aprenda o máximo que puder e entregue o seu melhor, que certamente, seus superiores vão notar a sua dedicação.

 

CUIDE DOS ESTUDOS 


Pode parecer estranho, principalmente quando tudo o que você deseja é trabalhar, mas os seus estudos são e sempre vão ser a parte mais importante do seu dia-a-dia. Não descuide das provas, tenha uma rotina de estudo, não falte nas aulas e não deixe seu rendimento escolar cair.

Digo isso por dois fatores:

 

  • Baixo rendimento escolar pode ser um argumento de demissão do aprendiz;
  • O que vai te fazer crescer e alcançar posições melhores, são os seus estudos, a possibilidade de passar em uma prova para uma faculdade, o conhecimento que agrega dos cursos que faz e etc… Tudo isso vai ser decisivo quando seu currículo for analisado no futuro, então mantenha uma rotina saudável de estudo e pense que a única coisa que não podem tirar de você, é o conhecimento que você agrega ao decorrer da vida, tornando isso a coisa mais valiosa que alguém pode possuir. 

SEJA PROATIVO E RESPONSÁVEL


Independente do nível de complexidade de uma tarefa, seja sempre cauteloso para evitar erros bobos e trazer uma visão equivocada sobre sua competência. Sabemos que erros acontecem, mas cuide para que não seja algo habitual.

Existem casos excepcionais, como doenças e situações de força maior, em que você pode ser impedido de ir ao emprego ou as aulas de aprendizagem, mas tente ao máximo manter sua frequência e seus horários, pois isso vai demonstrar que pode ser responsável e pontual, não só nas tarefas, mas em seu comportamento.


CRIE METAS


É importante viver essa experiência, descobrir o que é o primeiro emprego, como são as rotinas, as tarefas, mas pense o que você deseja fazer no futuro, no curto, médio e longo prazo, criando metas e objetivos para sua vida.

Trace um plano para seus sonhos e pense o que deve fazer para chegar lá. Lembre-se que não será possível abraçar o mundo inteiro, fazer tudo de uma vez e realizar todos os projetos em um curto espaço de tempo, então planeje e se dedique o máximo que conseguir para estar preparado quando as oportunidades aparecerem.

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Jovem Aprendiz tem direito a seguro desemprego?

Jovem Aprendiz tem direito a seguro desemprego? Essa é uma das várias dúvidas que surgem a respeito da forma de trabalho como aprendiz. 

 

Este programa do governo, teve seu início em 2000 com a Lei da Aprendizagem. Atualmente, emprega milhares de aprendizes por ano, tendo como foco principal a educação e a rotina saudável entre trabalho e estudo, principalmente por ser, na maioria das vezes, o primeiro emprego formal para o jovem.

 

Por ser um formato diferente e relativamente novo, dificilmente o jovem entende quais são todas as características e diferenças deste emprego para outro comum, sem restrições ou regras, baseado apenas na CLT.


A aprendizagem como jovem aprendiz, é regida pela Lei 10.097, que define quais são as regras e peculiaridades deste formato de trabalho. A mudança mais significativa, é a carga-horária dividida entre trabalho e estudo, podendo (na maioria das vezes), chegar a 6h diárias.

Para participar de seleções para jovem aprendiz, é necessário ter entre 14 e 24 anos e estar matriculado em algum curso profissionalizante, de responsabilidade da empresa que o contrata ministrar ou indicar a empresa de curso técnico-profissional, averiguar a frequência desse jovem e garantir que ele aprenda e se desenvolva como profissional. 

 

Em outro texto no blog, disponível neste link, já conversamos sobre quais são os direitos do Aprendiz, como são calculados e quais são as suas características principais. 

 

Toda empresa de médio ou grande porte no Brasil, tem a obrigação legal de preencher seu quadro de funcionários, com alguns aprendizes. Mais especificamente, de 5% a 15% de seus colaboradores, devem ser jovens contratados pelo programa Jovem Aprendiz. Este jovem pode trabalhar até o período de 2 anos na mesma empresa, sendo a contratação efetiva a “punição” por estender este prazo.


Mesmo não sendo a intenção de ninguém que trabalha, eventualmente demissões acontecem e isso não é diferente para o aprendiz. O fim de prazo de 2 anos é uma das formas de finalização do vínculo entre o jovem e a empresa, mas além disso, podem ocorrer situações que façam o contrato terminar.

Podem ser: 

  • Desempenho insuficiente ou inadaptação do aprendiz;
  • Falta disciplinar grave;
  • Ausência injustificada à escola que implique perda do ano letivo;
  • A pedido do aprendiz.

Com essas questões, lembramos que nos trabalhos formais, regidos pela CLT, após o prazo determinado para cada situação, o trabalhador quando é desligado da empresa recebe o famoso seguro desemprego, então chegamos a nossa questão principal.

 

Jovem Aprendiz tem direito a Seguro Desemprego?

 

A resposta para esta questão é: Depende!

Lembra que comentamos que o formato de trabalho era regido pela CLT, mas complementado pela Lei da Aprendizagem? No caso de desligamento do jovem, os critérios são iguais as contratações “padrões” pela CLT. Garantindo em seus artigos o direito de indenização por demissão sem justa causa, ou seja, quando não há interferência do jovem para a decisão de empresa.

Por exemplo, se a empresa entra em falência ou declara que vai encerrar as atividades, no meio do contrato do jovem, nada mais justo, que este não fique desamparado, então a lei entende que ele tem direito ao seguro desemprego como uma indenização.

Lembrando que o fim do contrato, não caracteriza uma demissão sem justa causa, apenas o fim da relação de trabalho, sem conceder seguro desemprego ao jovem. Outra situação que independe da empresa, é o momento que o jovem completa 24 anos e deixa de ser elegível a jovem aprendiz, não estando mais nos critérios básicos para assumir a vaga. 

Exemplos de demissão por justa causa são: Perda do ano letivo, desempenho insuficiente, falta disciplinar grave ou  inadaptação do aprendiz.

O jovem precisa solicitar este direito, até 90 dias após o desligamento. A indenização é proporcional ao salário, sendo paga de três a cinco parcelas. 

 

Para ser apto a receber, deve se enquadrar nos requisitos abaixo:

  • Não possuir nenhum tipo de renda própria;
  • Ter trabalhado contratado por pessoa jurídica pelo prazo de no mínimo 15 meses nos últimos dois anos; 
  • Ter recebido salário da empresa nos últimos seis meses antes da dispensa.

 Como solicitar o seguro desemprego?


Em até 90 dias após a demissão, é necessário que o jovem encaminhe o pedido através do Site Emprega Brasil, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Como uma das etapas de cadastro, é preencher informações sobre o histórico de trabalho e detalhes da última experiência, é interessante estar com a carteira de trabalho em mãos (no caso das antigas carteiras de papel) ou com o app aberto.

Se deseja aprender como criar sua carteira de trabalho digital, temos um post com passo a passo nesse link.

Após finalizar o cadastro, clique em “Solicitar Seguro Desemprego”, dentro do site do MTE e agende seu atendimento presencial. 

Esperamos que leia esse post apenas por curiosidade, mas que todas as suas experiência de trabalho, tenham um começo, meio e fim sem grandes emoções, como um desligamento ou demissão. Se este for o caso, desejamos que essa situação te agregue em conhecimento, te ajudando nas próximas oportunidades.

Se você está buscando por vagas de Jovem Aprendiz, faça seu cadastro em nossa plataforma.

 

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O que é a Carteira de Trabalho Digital?

Recentemente, o governo mudou algumas regras para a emissão da carteira de trabalho, adicionando a possibilidade de emitir a Carteira de Trabalho Digital.

Segundo a Secretaria de Governo Digital do Ministério da Economia, é estimada a queda de R$ 888 milhões nos gastos para este serviço, divididos em aproximadamente R$ 739 milhões para os usuários e R$ 149 milhões para o governo.

Se você já possui a carteira de trabalho física, é recomendado que não jogue fora (nem que seja para guardar de recordação), pois você pode precisar caso faça parte de uma empresa que não utilize o eSocial ou para comprovar algum vínculo trabalhista no futuro.

A carteira de trabalho digital é habilitada e criada pela internet. Por ser um serviço relativamente novo, (pois foi lançado em 2017, mas só agora tem a possibilidade de substituir a carteira tradicional), pode haver algum dado incorreto no sistema, principalmente no caso de um longo histórico de trabalho. Se isso acontecer, a própria Secretaria Especial de Trabalho, aconselha que o trabalhador corrija digitalmente, assim que notar o erro, por isso se torna tão importante guardar a carteira antiga, para que em casos assim, tenha como comprovar a veracidade das informações.

Além da autonomia de corrigir eventuais erros, o trabalhador poderá acompanhar todas as anotações e histórico de trabalho pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital) ou pelo site www.gov.br/trabalho.

 

Se tem dúvidas sobre como criar a sua, como utilizar e para o que serve, esse post é para você!


O que é a carteira de trabalho?

 

Para começar, precisamos entender o que é, e para o que ela serve. Segundo a própria lei que a institui, a carteira de trabalho, é o item emitido pelo Ministério da Economia, obrigatório para o exercício de um emprego formal. 

 

Também conhecida como CTPS, neste documento, fica registrado o histórico de trabalho, gerando um controle melhor sobre os direitos trabalhistas e seu cumprimento.

O formato tradicional é parecido com uma caderneta, pequena e feita de papel, em que o departamento responsável pela admissão e demissão de funcionários, anota a experiência de trabalho daquele colaborador, com características como data de horário e saída. 


Qual a diferença entre a carteira de trabalho em papel e a carteira digital?


Os dois modelos são muito semelhantes, com a mesma função, mas em formas diferentes.

A mais antiga, conta com papel e caneta para o registro manual do histórico. A nova carteira de trabalho digital, vem em forma de site e aplicativo, disponível para sistemas IOS e Android, gratuitamente.

Adicionando os registros de forma eletrônica, informações como vínculos empregatícios, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, anotações de acidente de trabalho, aviso prévio e informações sobre o FGTS são comunicadas ao governo de forma unificada e automática, se a empresa fizer parte do eSocial. 

 

Ela terá como identificação única o número do Cadastro de Pessoa Física, mais conhecido como CPF.

 

Quem pode criar uma Carteira de Trabalho Digital?

 

Como a forma de identificação é feita pelo CPF (Cadastro de Pessoa Física), o usuário precisa ter este número e estar cadastrado na plataforma de autenticação do governo federal, que você pode fazer nesse link. 

 

A minha antiga carteira não serve mais?


Serve sim! Como comentamos anteriormente, é muito importante guardar este documento, pois pode ser necessário para a validação de dados.

Se o empregador que não utilizar o eSocial, este trabalhador ainda vai precisar da versão de papel da carteira.


Então, o que muda para o colaborador?


Com a nova carteira, não é mais necessário apresentar o documento antigo na empresa. O registro de trabalho será feito de forma digital, utilizando apenas o número do CPF do novo colaborador, com todas as informações lançadas de forma automática. Muito mais simples, certo?


E o que muda para as empresas?


O trabalho vai ficar mais simples! O E-Social vai se encarregar de migrar os dados automaticamente, excluindo a função da empresa de preencher a carteira do novo colaborador. 

 

Mas então, como a empresa “assina” a carteira?


Ao contratar um funcionário novo, se todos os dados pessoais deste estiverem disponíveis, a empresa deverá lançar o evento S-2200 (Cadastramento Inicial do Vínculo e Admissão/Ingresso de Trabalhador) no sistema eSocial, se faltar alguma informação, é indicado que lance o evento S-2190 (Admissão Preliminar), para depois complementar no evento S-2200, adicionando as informações que faltavam.

Segundo o governo, o lançamento desses eventos será considerada a “assinatura” de carteira do novo colaborador. 

 

Minha empresa não utiliza o eSocial, o que faço?

 

A maioria das empresas no Brasil, utilizam o eSocial, se a sua ainda não utilizar esse sistema do governo, a forma tradicional de contratação com assinatura em carteira de papel, será obrigatória.


Posso utilizar como um documento de identificação?


Este documento digital substitui apenas a forma tradicional da carteira de trabalho, mas não aposenta seus outros documentos, como RG e CPF, não valendo então como um documento de identificação. 

Como emitir sua Carteira de Trabalho Digital?


Para acessar o site ou obter sua senha, acesse este link.

Se prefir baixar o aplicativo, baixe aqui para sistema IOS e aqui para sistema Andoid.

Se tiver alguma dificuldade na instalação, o governo federal disponibilizou um PDF com o passo a passo de como criar e validar sua carteira de trabalho, e está disponível neste link.

Se você deseja concorrer a vagas para estágio ou jovem aprendiz, cadastre gratuitamente em nossa plataforma.

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O que um Jovem Aprendiz faz?

Você sabe o que um Jovem Aprendiz faz?

O programa Jovem Aprendiz nasce nos anos 2000, como uma iniciativa do governo de regularizar o trabalho para menores de idade, garantindo que a rotina de trabalho, não atrapalhe a educação e a rotina escolar do jovem.

Preocupados com a popularização desse modelo de trabalho, o governo estipula uma multa para as empresas brasileiras de grande e médio porte que estiverem em desacordo com a lei, ou seja, não tiverem de 5% a 15% de aprendizes compondo seus quadros de funcionários. Uma vez que, de nada adiantaria uma lei bem escrita, com regras e recomendações feitas para proteger o jovem e gerar uma boa primeira experiência de emprego, se as empresas não aderissem o projeto. Desde então, o programa Jovem Aprendiz emprega milhares de jovens de 14 a 24 anos.

 

Se você quer saber mais sobre quem pode ser um jovem aprendiz, clique neste link.

 

Por ser uma ideia focada em aprendizado, a carga horária do jovem é dividida entre as funções na empresa para que foi contratado e a capacitação profissional ministrada pela empresa integradora.

 

Essa modalidade é regida pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e cada contratação pode durar até 2 anos, não impedindo que o jovem trabalhe mais de uma vez como jovem aprendiz, desde que em cada empresa não ultrapasse o tempo máximo de contratação.

 

Por ser uma forma de trabalho CLT, o jovem tem basicamente todos os benefícios tradicionais de um trabalhador brasileiro.

 

Por que ser Jovem Aprendiz?

 

Normalmente, um jovem que está em busca de vagas para jovem aprendiz, não teve muitas oportunidades para experiências profissionais, muitas vezes, nenhuma experiência formal, então a aprendizagem pode ser uma boa porta de entrada para este jovem, por não ter muitos requisitos, não exigir experiência, ter uma boa divisão entre trabalho e estudo, além de ajudar a desenvolver habilidades essenciais para o futuro desse jovem, como o trabalho em equipe.

 

Outra grande vantagem é a dinâmica da rotina de trabalho, em o jovem pode trabalhar em mais de um setor durante os 2 anos de contratação, aprendendo tarefas de muitas áreas, o que vai ajudar no direcionamento desse jovem para as vagas no futuro.

 

O que um Jovem Aprendiz faz?

 

As funções de um jovem aprendiz podem variar, dependendo muito da vaga, setor e empresa em questão, mas sempre estarão focadas no aprendizado.

 

As vagas mais comuns para jovem aprendiz são:

 

  • Jovem Aprendiz como Auxiliar Administrativo;
  • Jovem Aprendiz como Auxiliar de Secretariado;
  • Jovem Aprendiz como Auxiliar de Gente e Gestão.

A maioria das vagas são destinadas a funções administrativas, cuidando de pagamentos, documentação, organização e atendimento.

Por serem primeiras oportunidades profissionais, não existem pré-requisitos em relação a experiência, então o jovem não precisa ter trabalhado antes ou conhecer a função, mas as vezes, ter conhecimento em algumas ferramentas pode ser necessário.

Se você já pesquisou sobre vagas para jovem aprendiz, certamente viu algo sobre o Pacote Office, Excel (temos um texto legal sobre como aprender Excel), Power Point, Word e etc… Isso acontece, pois alguns conhecimentos fazem com que o jovem se destaque em uma entrevista, porque provavelmente, serão ferramentas muito utilizadas pelo jovem no dia-a-dia do trabalho.

Pode ser que você não tenha o domínio, mas conhecer o básico das funcionalidades é sempre importante, por isso recomendamos que comece a pesquisar sobre elas, assista nossos vídeos no portal, veja algumas aulas no youtube, enfim, o que preferir, mas de alguma forma, saia da sua zona de conforto e tente aprender ou aprimorar seus conhecimentos em uma ferramenta nova, pois isso será o seu diferencial em uma entrevista para jovem aprendiz.


5 dicas para se destacar como Jovem Aprendiz


Todo jovem aprendiz deseja se destacar e aprender o máximo possível em suas experiências. Isso é muito importante, pois esse modelo de trabalho, por ser focado em aprendizado, tem um acompanhamento durante toda a sua existência, pronto para tirar todas as dúvidas do jovem e direcioná-lo na melhor direção para o sucesso.

Entretanto, será mais fácil a adaptação e o desempenho do jovem que já estiver se preparando para este momento, estudando sobre a vaga, forma de trabalho e suas peculiaridades, como você está.

Por isso, separamos algumas dicas para o jovem aprendiz que deseja ter sucesso.

 

DICAS:

  • Organize seu tempo, garantindo que seus estudos e suas tarefas no trabalho sejam bem executados;
  • Não tenha medo de perguntar (o que não entendeu);
  • Esteja aberto para receber críticas, elas te ajudarão a entender suas falhas e consertá-las; 
  • Seja respeitoso, cordial e simpático com seus colegas de trabalho;
  • Tenha atenção ao seu comportamento.

Muitas empresas oferecem a efetivação do jovem ao fim do tempo de contratação, então se seguir essas dicas, se dedicando a aprender o máximo que conseguir nos estudos e no trabalho, você poderá ter uma chance como essa.

 

Se está procurando por uma vaga de Jovem Aprendiz, acesse nossa plataforma e faça sua inscrição.

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8 Diferenças entre Jovem Aprendiz e Estagiário

Qual a diferença entre Estágio e Jovem Aprendiz?

 

Saber quais são as diferenças entre estágio e jovem aprendiz, deve ser sua primeira tarefa, se trabalhar é um dos seus planos esse ano. É natural ter muitas dúvidas sobre os dois e esclarecer esses questionamentos, é o caminho para que você inicie um trabalho que tenha o estilo de aprendizado, carga horária e tarefas que mais se adaptam a você e ao momento que está vivendo.

Ao decorrer dos tópicos, vamos entender que o foco de cada modelo de trabalho é diferente, apesar dos dois terem o mesmo foco: APRENDIZAGEM. 

No estágio, é voltado para uma área específica de estudo do jovem, como por exemplo, um estágio em um escritório de Direito para um estudante de Direito. Nos casos de jovem aprendiz, é o preparatório para uma rotina de trabalho, com funções (em sua maioria) administrativas, dividindo o tempo de trabalho com o tempo de estudo técnico-profissional, lecionado pela empresa integradora.

Pode ser que você descubra que ainda não está na hora de fazer um estágio, que o seu perfil, nesse momento combine mais com jovem aprendiz e vice-versa, mas nada impede que após um período, o estágio seja o trabalho certo para você, isso depende de muitas variáveis e vamos debater cada uma delas nesse texto, além de disponibilizar um teste para que você descubra se seu perfil é de estagiário ou se é de jovem aprendiz.

 

Qual a carga horária?


Quantas horas por dia você trabalha, influencia em seu desenvolvimento no trabalho e na escola. Por esse motivo, as cargas horárias de estágio e jovem aprendiz são diferentes, priorizando a conciliação saudável do jovem com o trabalho e os estudos.

No estágio, não pode ultrapassar 6h diárias, mas existe uma exceção quando são vagas de ensino especial, em que não pode ultrapassar o período de 4h diárias.

Para o aprendiz, se estiver cursando ensino fundamental, a carga horária estipulada pela legislação é de 6h diárias, se o jovem já tiver concluído o ensino, a lei permite estender para 8h diárias. Lembrando que no caso de aprendizagem, as horas são divididas entre trabalho e curso preparatório.

 

Qual o vínculo empregatício? 

 

Outra diferença marcante é a forma de contratação de cada, pois o vínculo empregatício que o jovem terá com a empresa, será o norteador dos direitos trabalhistas e benefícios oferecidos.

Nos casos de Jovem aprendiz, ele é contratado pela empresa, com registro na carteira, obedecendo a CLT como um trabalho formal “normal”, apesar de ter regras diferentes em relação ao horário, idade e etc… Mas no geral, o aprendiz é um jovem contratado, com os direitos trabalhistas estabelecidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), como a maioria dos trabalhadores no Brasil.

Os estagiários formalizam sua admissão com o contrato de trabalho, celebrado dentro dos requisitos formais da lei do estágio, mas sem vínculo empregatício, sem registro na carteira de trabalho, como ocorre na forma de contratação CLT. Isso acontece pois existem duas formas diferentes de estágio, podendo ser obrigatório para a conclusão do curso que o jovem está matriculado ou não.

Se você quiser saber mais sobre a diferença de estágio obrigatório e não obrigatório, clique neste link. 

 

Preciso ter quantos anos para trabalhar?


Uma característica interessante dos dois, é que são as únicas formas que um menor de idade pode ingressar no mercado de trabalho, sem ser ilegal.

Pela pouca idade, normalmente é primeira experiência de trabalho, mas isso não limita quantas vezes alguém pode trabalhar como aprendiz ou estagiário, desde que ainda cumpra os requisítos para isso, pode trabalhar nessas modalidades quantas vezes desejar.

São admitidos no programa Jovem Aprendiz, pessoas entre 14 e 24 anos. Neste caso, existe a exceção de vagas para pessoas com deficiência, em que essa idade se estende sem um limite.

Para o estágio, o único requisito é que sejam pessoas a partir de 16 anos, mas não tem uma idade máxima. Por exemplo, se um senhor de 57 anos inicia uma faculdade de engenharia, ele pode ser contratado para um estágio, pois essa será a oportunidade de aprender na prática, a faculdade que está cursando.

 

Quais são os requisítos para iniciar em um Estágio e Jovem Aprendiz?

 

Além das regras de idade, por serem formas de trabalho focadas na aprendizagem, um dos requisitos que ambos observam é se o jovem está matriculado em alguma instituição de ensino e qual o nível de escolaridade.

Para a contratação de um estagiário, é imprescindível que a pessoa esteja devidamente matriculada em uma instituição de ensino. O mais comum, são as vagas de estágio para ensino superior, mas não são as únicas que existem, pois a legislação permite a criação de vagas para o ensino médio, técnico e especial.


Já nos casos de Jovem Aprendiz, a regra é que o jovem esteja matriculado em um programa de aprendizagem, que a própria empresa integradora pode inserir.


Quanto ganha?


Chegou o momento do assunto mais esperado para o jovem, pois sabemos que o boleto da Netflix não se paga sozinho, o cinema também não e jovens que estão em busca de vagas, procuram a independência financeira.

O salário do jovem aprendiz, é o cálculo do total das horas trabalhadas, computadas as referentes atividades teóricas e também ao repouso semanal remunerados e feriados, não contemplados no valor unitário-hora.

Confuso né? Também achamos, mas isso acontece pois não existe um salário fixo definido para todos os jovens aprendizes, depende muito da função, da empresa, das horas trabalhadas, dos feriados no mês e etc…

Mas para clarear, podemos dizer que a média salarial de um aprendiz no Brasil é de R$653,00, lembrando a média não é a regra, então esse valor pode ser diferente para mais ou menos.

Já o estagiário, no modo de estágio não obrigatório (a forma de estágio remunerado), não tem limites ou regras para a definição de valores, sendo estipulado unicamente pela empresa contratante.


Posso trabalhar por quanto tempo?


Como mencionado anteriormente, não existe um limite para quantas vezes alguém vai trabalhar como estagiário ou aprendiz, mas existe uma regra na lei, para quanto tempo cada experiência pode durar em uma mesma empresa. 

Para estagiário, o contrato pode durar até 2 anos de trabalho. Se o prazo for estendido, o jovem deverá ser contratado pela empresa na forma em que a CLT estipula, não podendo renovar contrato por mais tempo.
O Aprendiz também tem o prazo máximo de 2 anos em sua contratação.

 

Quais são os benefícios?


Além do salário, também conhecido como bolsa auxílio, existem alguns benefícios que podem ser oferecidos ao jovem aprendiz e ao estagiário, mas nem todos são obrigatórios.

Para o Jovem Aprendiz:

  • Participação em programa de aprendizagem desenvolvido sob orientação de entidade qualificada em formação técnico-profissional;
  • Férias remuneradas, coincidindo com as férias escolares;
  • Vale Transporte;
  • 13º salário;
  • Previdência Social;
  • Assistência médica/odontológica;
  • Depósito mensal do Fundo de Garantia de 2% sobre a remuneração paga;
  • Seguro de vida.

Para o Estagiário, com exceção ao recesso obrigatório (férias), a concessão dos demais benefícios não é obrigatória, sendo de decisão da empresa sobre o que oferecer ao jovem.

Se você deseja ler mais sobre Direitos e Deveres do Estagiário, click nesse link.

Por ser, muitas vezes, o primeiro contato do jovem com o mercado de trabalho, um benefício interessante para os dois modelos, é a oportunidade de efetivação pela empresa.

 

Como são regulamentados?


Para que todas essas regras sejam uniformes, foram criadas as leis referentes aos programas de aprendizagem.

No programa Jovem Aprendiz, a Lei 10.097/00, conhecida como “Lei da Aprendizagem” (muito criativos), é a responsável por regulamentar a forma de trabalho entre o aprendiz e o empregador.

Como o estágio é formalizado por contratos de trabalho, segue outra regulamentação, conhecida por um nome tão criativo quanto a anterior: “Lei do Estágio”, de número nº 11.788/2008, em que regula todos os direitos e deveres do estagiário, além da forma de contrato e modelo de trabalho. 

Com todas as informações que aprendeu nesse post, já sabe qual modelo de trabalho mais combina com você? Lembre-se que um tipo de trabalho que não se encaixa agora, pode se encaixar depois de alguns meses ou anos, tudo vai depender da sua idade, sua escolaridade, o que você deseja exercer e aprender.

 

Teste – Você combina mais com programa Jovem Aprendiz ou Estágio?

 

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Você tem mais de 16 anos?

Se você é jovem ainda, jovem ainda, jovem ainda, provavelmente não leu no ritmo e não percebeu que citamos chaves (RIP Chavinho). A idade mínima para ser Jovem Aprendiz é 14 e estagiário 16, estas são as únicas formas de trabalhos legais antes dos 18 anos, possibilitando ao jovem menor de idade comprar vários sanduiches de presunto. Ok, paramos de citar Chaves.

Você tem mais de 24 anos?

A idade chega, né? Brincadeira, você ainda está novo, só não pode mais ser chamado de jovem... aprendiz (rsrsrs), mas fica calmo que não tem limites de idade para a contratação de estagiários.

Você está cursando ensino médio, técnico ou superior?

Para ser estagiário, é necessario que você esteja matriculado em uma dessas modalidades de estudo. Esperou uma piadinha, né? Pois é, com estudo não se brinca.

Ter a carteira assinada é muito importante pra você?

Aquele registro bonito, carimbado na carteira de trabalho é importante para você, caro jovem? Se a resposta for sim, aconselho que procure por vagas de jovem aprendiz, pois o estagiário possui apenas um contrato de trabalho.

Você tem perfil para ser Estagiário ou Jovem Aprendiz?
Você tem o perfil de Estagiário 🙂

O estagiário é um profissional em começo de carreira. O estágio é comumente prestado por estudantes, nas empresas ou repartições públicas, visando ao aprimoramento profissional na sua área de estudo. Para ser estagiário, você deve ter mais de 16 anos e estar matriculado em uma instituição de ensino médio, técnico, especial ou superior. Leia sobre os direitos e benefícios do estagiário em nosso post no blog 🙂
Você tem o perfil de Jovem Aprendiz 🙂

A Lei do Aprendiz, determina que toda empresa de grande ou médio porte deve ter de 5% a 15% de aprendizes entre seus funcionários, criando a oportunidade para que jovens, sem experiência profissional, tenham acesso ao primeiro emprego. Os aprendizes são geralmente jovens de 14 a 24 anos que devem estar cursando ou ter terminado o ensino médio ou fundamental em uma escola pública. Descubra mais sobre como ser um Jovem Aprendiz em nosso blog 😉

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Agora que está decidido, cadastre-se em nossa plataforma e encontre a vaga perfeita para você de jovem aprendiz ou estagiário 🙂

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07 Direitos do Estagiário

Para aprender sobre os direitos do estagiario, devemos entender primeiramente sobre a lei que o rege, defendendo que o estágio é o “ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos”. Podendo ser aluno de Educação Superior, Educação Profissional, Ensino Médio, Educação Especial e Educação de Jovens e Adultos.

Sendo um momento muito importante para os estudantes, pois além de ser uma porta de entrada para o mercado de trabalho, será o primeiro momento de desenvolver na prática, tudo o que é estudado em sala de aula, complementando sua formação e aprendizado.

Apesar dessa modalidade de trabalho não estar presente na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), uma Lei específica, conhecida como Lei do Estagiário faz com que seus direitos e deveres sejam assegurados, garantindo uma experiência justa, que concilie o estudo e trabalho, de forma que um ajude o outro a evoluir, protegendo o foco na aprendizagem.


Com toda a animação e expectativa de quando iniciamos um estágio, dificilmente nos atentamos em saber todos os direitos e deveres, rotina e formas de proteger que a graduação não seja prejudicada. Pensando nisso, desenvolvemos esse texto informativo, citando as principais características sobre a Lei do Estágio, para que você inicie sua experiência, preparado para todas as situações.


Direitos do Estagiário

 

 

Carga Horária

 

  • 4 horas diárias para estudantes de Educação Especial ou Educação de Jovens e Adultos;
  • 6 horas diárias para estudantes do Ensino Superior, Educação Profissional de nível médio e Ensino Médio regular;
  • 8 horas diárias para estágios de cursos que dividem o tempo entre teoria e prática, desde que não estejam no período de aulas presenciais e que a atividade esteja presente no projeto do curso e da instituição de ensino;

Remuneração

  • Estágio obrigatório: quando é requisito para título ou diploma, não sendo necessário nesses casos, o pagamento da bolsa-auxílio ou auxílio transporte.
  • Estágio não obrigatório: quando é uma opção do estagiário, sendo necessário a remuneração com bolsa-auxílio e auxílio transporte.

A lei não determina um valor mínimo ou máximo para remuneração e vários fatores vão influenciar, como por exemplo: o estado que o jovem mora, o ano de formação que é exigido na vaga, as horas trabalhadas e etc…


Férias

 

A lei do estágio não nomeia como férias, mas na prática, o recesso é praticamente a mesma coisa. Neste caso, o  estagiário tem direito a 30 dias de recesso remunerados, assim que completar um ano de contrato, podendo escolher utilizar combinado com as férias escolares. 

Caso o contrato não tenha duração de um ano, os dias de recesso serão proporcionais ao tempo de estágio, por exemplo: 6 meses de contrato, 15 dias de recesso.


Dia de Prova

Saber se vai conseguir conciliar os estudos com o trabalho, principalmente nas épocas de avaliações, é a maior dúvida em quem está pensando se vale a pena fazer ou não um estágio. Para evitar que o jovem se sobrecarregue, a lei determina que no início do período letivo, a instituição de ensino deve comunicar a empresa sobre as datas de realização de provas, pois nesse período, o horário será reduzido pela metade, para que o jovem tenha tempo de se preparar para as avaliações.


Duração do estágio

O estágio pode durar dois anos, exceto para portadores de deficiência, que por lei podem renovar o contrato sem limite de tempo.


Faltas

 

Faltas eventuais podem ser objetos de discussão entre as partes, podendo ocasionar em desconto no pagamento ou não, já as faltas constantes, podem assegurar ao contratante (Empresa) a justa rescisão antecipada do contrato.
Então, tudo bem não conseguir ir por um motivo maior, por estar doente ou passando mal, mas nada de inventar desculpas para passar o dia jogando video-game. 

 

Supervisor

 

Para que o estagiário desempenhe suas funções com mais direcionamento, é garantido por lei que a empresa providencie um supervisor, sendo este responsável por no máximo 10 estagiários por vez. 

 

Auxílio Transporte

 

No caso de estágio não obrigatório, a empresa não precisa necessariamente arcar com o transporte do jovem, mas quando o estágio for opcional, é dever da empresa oferecer o auxílio transporte como um benefício, ajudando nos custos de deslocamento do trajeto até o local de estágio e retorno, podendo ser oferecido também por transporte próprio da empresa.

 

Bom, mas a lei não fala apenas dos direitos do estagiário, trazendo algumas obrigações simples que devem ser atendidas.

 

Deveres do estagiário

 

 

  • A cada 06 meses, o estudante deve apresentar o relatório das atividades que realizou no estágio, naquele período, à instituição de ensino;
  • Deve cumprir os horários e atividades requeridas no estágio;
  • Ter frequência no estágio e na instituição de ensino;


Fique atento, a empresa também possui Direitos e Obrigações!!!

 

 

  • Desenvolver o termo de compromisso de estágio com a instituição de ensino e o estudante;
  • Possuir um seguro contra acidentes pessoais para o estagiário;
  • Zelar pelo termo de compromisso, deixando acessível todos os documentos referentes à relação de estágio do jovem, para que este consulte quando quiser;

    Sabendo seus direitos e deveres, já se sente mais preparado para iniciar um estágio? Se você deseja aprender como criar o seu primeiro currículo ou como se vestir para uma entrevista de estágio, clique nestes links 🙂

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Descubra Quem pode ser Jovem Aprendiz no Brasil

Quem pode ser Jovem Aprendiz?

 

Desde de 2000, o programa Jovem Aprendiz beneficia milhares de jovens brasileiros, que estão no início de suas jornadas, buscando realizar seus sonhos por meio do trabalho e do estudo.  

 

A iniciativa comandada pelo governo federal, desenvolveu a lei n° 10.097/2000, mais conhecida como Lei da Aprendizagem, definindo que toda empresa de grande ou médio porte deve ter de 5% a 15% de aprendizes em seu quadro de funcionários. Neste mesmo texto legal, está presente todas as características do trabalho para o aprendiz, permitindo qualquer pessoa com idade entre 14 e 24, que esteja matriculado e cursando o Ensino Fundamental, Ensino Médio ou que já esteja formado e inscrito em programa de aprendizagem, possa ingressar em uma vaga de aprendizagem.


Essa nova modalidade de trabalho, cria oportunidades para que jovens, sem experiência profissional, tenham acesso ao primeiro emprego, sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que garante a carteira assinada e pagamento baseado no salário mínimo/hora

 

Um dos pontos positivos sobre o programa “Jovem Aprendiz”, é o foco no desenvolvimento do jovem, dividindo a carga horária entre conteúdo teórico e prático, que pode ser de até 8 horas diárias, sendo 6 horas de trabalho e 2 horas de curso, com até 2 anos de duração contratual. Preparando o jovem para a atividade que ele exerce, com formação técnico-profissional.

 

É sempre bom lembrar que essa é a única forma de trabalho para jovens com menos de 16 anos no brasil, sem que seja considerado um trabalho ilegal.

 

 

Benefícios: 

 

Além do salário, a A Lei da Aprendizagem estipula alguns benefícios para o Jovem Aprendiz, são eles:

 

  • Aprendizado Prático E Teórico
  • Carga Horária Reduzida
  • Auxílio Refeição
  • Auxílio Transporte 
  • Seguro De Vida 
  • Férias Remuneradas 
  • Oportunidade De Efetivação Pela Empresa

E como defende a frase: “Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades” (Sim, nós citamos Homem-Aranha em assuntos sérios), junto com os benefícios, o aprendiz também tem seus compromissos, se comprometendo em realizar suas tarefas com responsabilidade e dedicação, além de frequentar a escola e a empresa regularmente.


Exceção Da Idade

 

 

Caso o candidato tenha algum tipo de deficiência, o critério de idade é excluído, podendo ultrapassar a idade máxima de os 24 anos.

 

Prioridade Na Contratação

 

 

A lei também define prioridade na escolha de jovens entre 14 e 18 anos, desde que:

 

  • Não sejam atividades insalubres ou perigosas
  • Não sejam destinadas apenas para maiores de idade
  • Tenham como foco agregar no desenvolvimento intelectual, psicológico ou físico do jovem

Como funciona a seleção de Jovem Aprendiz?

 

A escolha do candidato acontece sob a demanda da empresa, com suas necessidades de localidade, idade, funções previstas e etc…

 

Se você deseja concorrer a vagas de Jovem Aprendiz pela Edujob, faça seu cadastro nesse link e boa sorte 🙂

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O que é Excel?

O que é excel? Qual a sua reação ao conversar sobre “Planilhas”? Você fica perdido ou é algo que já sabe usar? Se sua resposta foi a primeira, precisamos mudar, pois esta é uma das ferramentas mais importantes para organização de dados e a maioria das empresas utilizam em seu dia-a-dia.


Com este post, você vai aprender:

  • O que é o Excel?
  • Como funciona?
  • O que são as “Guias” do Excel?

(Além de algumas curiosidades sobre essa ferramenta)


Afinal, o que é Excel?


Lançado em 1985 e desenvolvido pela empresa Microsoft, este editor de planilhas é uma das várias ferramentas idealizadas pelo Bil Gates, fundador da empresa e um dos principais nomes no desenvolvimento de softwares pelo mundo.

A função do Excel, é organizar e formatar folhas de cálculo, com fórmulas matemáticas, trazendo informatização para a organização de dados, que antes era feita de forma manual em papéis, pastas e gaveteiros.

Já imaginou organizar todas as entradas e saídas de um grande supermercado, apenas com lápis e papel? Levaria muito tempo, gastaria mais dinheiro e certamente, erros iriam aparecer e mais horas de análise dos dados escritos seriam gastas, sem necessidade.

Com o Excel, você organiza todos os dados por linhas e colunas, gera códigos de identificação, cria gráficos, inclui fórmulas automatizadas e economiza seu tempo, não necessariamente apenas em suas tarefas do trabalho, pois muitas pessoas utilizam as planilhas para organizar suas finanças,  horários da escola e trabalhos para entregar, por exemplo.

 

Como funciona?

 

Parece complexo, mas basicamente, o Excel é composto por linhas e colunas. Linhas são endereçadas por número e colunas por letras, como demonstra a imagem abaixo:

Na parte superior da área de trabalho, as funções e possibilidades de ferramenta no software são dividida por guias, mesclando “barras de menus” e “barras de ferramentas” sendo elas:

 

Guia Início

A primeira guia visível, conta com algumas funcionalidades básicas de formatação, como alterar o tamanho da fonte, cor, adicionar negrito ou sublinhado, mudar alinhamento do texto, copiar e colar, entre outras.

 

Guia Inserir

A segunda, traz opções de inserção de informações para sua planilha, como a possibilidade de adicionar imagens, tabelas, gráficos, assinaturas e etc…

 

Guia Layout da Página

Essa permite que o usuário configure algumas seções mais complexas da planilha, como adicionar um tema, margem, plano de fundo, tamanho e orientação da página, linhas de grade, áreas de impressão, efeitos, entre outras modificações.

 

Guia Fórmulas

Como o próprio nome explica, nesta guia as alterações têm como foco as fórmulas matemáticas e suas funções, utilizadas em quase todas as planilhas que construímos.

 

Guia Dados

É a guia responsável pelo tratamento de dados e adição de dados externos as informações que já estão inseridas. Com a opção de visualizar organizados por ordens de comando, como de forma numérica, alfabética, crescente e decrescente, por exemplo.

 

Guia Revisão

 Nesta guia, você pode revisar as informações, ortografia, estatísticas, adicionar comentários e proteger os dados disponíveis na planilha.

 

Guia Exibição

Por fim, a guia de exibição tem as opções de como prefere visualizar as informações, com ferramenta de zoom, congelamento de painéis e etc…

 

Entendendo o funcionamento de cada guia, o usuário pode criar planilhas complexas, com dados misturados entre números, gráficos, letras, organizar a ordem de visualização e ainda formatar para que esteticamente, fique mais simples o entendimento.

 

 

3 curiosidades sobre o Excel:

  • Ele não é infinito.

    O limite para a inserção de dados são 1048576 linhas por 16384 colunas.

  • Você pode criar jogos pelo Excel.

    Esse software é extremamente versátil e muitas coisas legais podem ser construídas por ele. Uma delas é a criação de jogos, utilizando as ferramentas que o Excel possui.

    criar jogos pelo excel

    Autores desconhecidos, transformaram uma planilha de Excel em um jogo inspirado nos Angry Birds. 

     

  • A planilha é minha, eu nomeio como eu quiser? No Excel não!

    Existe um nome proibido, que mesmo alternando em letras maiúsculas e minúsculas, não é possível nomear uma planilha. Faça o teste clicando duas vezes no nome da planilhas e digitando a palavra histórico.

    Esta mensagem aparece para você? Isto acontece pois este é um nome reservado pelo Excel para uma planilha interna específica.

     

Se deseja aprender mais sobre o Excel e outras ferramentas importantes para o mercado de trabalho, assista os vídeos em nosso portal.

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Dicas de como se vestir para uma entrevista de estágio

Em uma entrevista de estágio, todos os detalhes contam, como a forma como você se porta, o que dirá para os avaliadores e as qualificações que apresenta. Outro ponto importantíssimo para conquistar a vaga, é saber como se vestir para uma entrevista, ou seja, ao fazer um checklist antes de encarar o desafio, você deve escolher com sabedoria a roupa para a entrevista.

Isso, porque há uma série de empresas que prezam por todos os detalhes. E, como bem sabemos, a forma de se vestir revela muito da pessoa e, consequentemente, do profissional. Quer saber o que escolher para a ocasião?


Então, confira abaixo, uma série de dicas de como se vestir para uma entrevista de estágio.

 

Looks-padrão

Há alguns looks que são padrão para transmitir credibilidade ao ser entrevistado. Por mais “jovem” e “descolada” que possa ser a cultura organizacional da empresa, o terno, além da camisa e do vestido sociais, mostra que houve um cuidado em escolher a roupa para a entrevista. A dica, é não abusar de tons muito fortes, exóticos ou ficar sempre no batido monocromático.

Outra forma de se vestir para a entrevista, é dispensar o terno e contar apenas com camisa e calças sociais. Para quem deseja algo menos sofisticado, o conjunto camisa polo, calça jeans e sapato pode ser um referencial de alguém que se veste bem, mas não tem o tom de seriedade transmitido pelas roupas sociais.

Há ainda, outra forma de se vestir para a entrevista de estágio: roupas básicas e neutras. O objetivo é chamar o mínimo de atenção possível, sem estar desleixado. As dicas aqui, servem para homens e mulheres. No caso do sexo feminino, saias e tamancos podem ser utilizados, desde que haja o cuidado e a simplicidade devidos.

 

Atenção aos detalhes

É preciso que você saiba que a roupa para a entrevista depende de outros detalhes. Entre os principais, podemos destacar:

– Conheça a empresa e o cargo: Se ele demandar grandes responsabilidades e atuação com profissionais de áreas que exigem seriedade, o look precisa atender a esses requisitos. Em negócios mais modernos, pode-se optar por algo mais informal, mas que nunca passe um ar “desleixado”.

– Roupas desconfortáveis: Podem até deixá-lo bonito, mas o sabotarão na hora da entrevista de estágio. Experimente antes, veja se estão adaptadas ao corpo, não interferindo na postura ou na capacidade de se locomover – esse é um dos principais problemas de vestuário enfrentados por jovens que desejam estagiar.

– É o seu perfil? Em sintonia com a questão acima, lembre-se de que é preciso passar a maior credibilidade possível sobre quem você é e como se veste. Não adianta tentar uma vestimenta formal ou mesmo informal, se não se sente bem com aquilo. A linguagem corporal o denunciará.

 

E o que não usar?

Tão importante quanto saber como se vestir para uma entrevista é entender o que, de maneira nenhuma, você não deve usar nesse momento. E a lista, nesse caso, inclui bonés (sim, há quem use ao ser entrevistado), camisas com estampas multicoloridas, saias ou vestidos curtos, peças transparentes, vestimentas apertadas (sejam calças, sejam camisas) e decote muito grande. Esses são os melhores exemplos.

O importante é entender a cultura da empresa e trajar, na entrevista, uma roupa que seja adequada. Apesar de o estágio não exigir formalidades mais rígidas, os processos de seleção possuem algo em comum: todos os detalhes são avaliados, e a maneira como o candidato se veste diz muito do potencial talento que a empresa vê nele.

 

Se você está em busca de vagas para jovem aprendiz ou estagiário, cadastre-se neste link 🙂

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